CHEGUEI AO BLOG !!
NÃO TEVE JEITO...
TIVE QUE ME RENDER A ESTA FANTÁSTICA FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO.
VAMOS VER NO QUE VAI DAR, ESTAREMOS
VAMOS VER NO QUE VAI DAR, ESTAREMOS
ESCREVENDO COM MUITA RESPONSABILIDADE, ANALISANDO OS FATOS E DANDO SUGESTÕES.
GRATO POR ACESSAR possoopinarvidal.blogspot.com
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Posso opinar...???
domingo, 19 de janeiro de 2014
Plim , Plim ... !!!
DEPOIS DE ALGUNS ANOS NA GELADEIRA (com boas notícias) , a Rede Globo voltou a dar uma colher de chá para Angra dos Reis, neste mês foram muitas as aparições de nossa cidade em programas da emissora mais famosa do Brasil, novelas , programa da Xuxa , acho que pegar carona nesta onda é mais do que obrigação de nossos gestores, e para isto devemos fazer o dever de casa:
-Melhorias na sinalização.
-Melhora na entrada da cidade, acabar com aquele trevo horrível e perigoso.
-Revitalização da rede hoteleira que hoje esta muito mais para alojamentos do que hotéis receptivos ao turismo.
-Incentivo ao restaurantes.
-Criação de treinamentos e cursos destinados ao turismo.
-Criação do City tour, incrementando pontos turísticos, como : monumento aos mortos do Aquidabã, ruínas do forte do Leste, passagem pelas cachoeiras da Caputera,reforma da casa onde nasceu Raul Pompeia, criando ali a Academia Angrense de Letras , visitação as Igrejas da Cidade, ruínas do engenho Brachuy, Vila histórica de Mambucaba.
-Revitalização dos corredores turísticos, pontuando seus atrativos, colocando em prática o inventário turístico.
-Ampliar e estruturar o cais de desembarque das barcas , dando estrutura inclusive para desembarque de passageiros dos transatlânticos.
-incentivar o artesanato da cidade, revitalizando o mercado municipal e do peixe, além das lojas de artesanatos na praça do cais.
É a hora, temos que fazer do nosso verdadeiro potencial uma realidade, dar oportunidade para a industria mais rentável do mundo ,a industria do TURISMO !!!(foto:Bruno Rodrigues - internet)
domingo, 15 de dezembro de 2013
Um dia ...
É O QUE SINTO ,E EU QUERIA ESTAR POSTANDO HOMENAGENS , MAS QUEM SABE UM DIA...
Como poderemos chegar ao um ponto considerado ideal para a nossa cidade, o que fazer para melhorar uma cidade com 511 anos de fundação, que foi remodelada e emendada ao longo de sua existência.
Reclamações surgem de todos os cantos, mas ai a questão como ajustar a cidade às novas condições sociais, ambientais, econômicas e demográficas?
Todos sabem que ao contrário de algumas cidades que resolveram preservar suas características históricas, Angra forçou um crescimento urbanístico nas décadas de 40 e 50, e impulsionado pelo progresso do porto que aquecido pelas importações e exportações (café e trigo), demoliu vários casarões, dando espaço aos prédios que eram construídos sem um planejamento (saneamento, abastecimento e principalmente de localização), nossas ruas eram feitas com base no movimento da época e assim também sendo feito com as residências, que através dos famosos "puxadinhos" iam crescendo desenfreada mente.
A saúde de saneamento básico é muito nova no contexto da humanidade, para termos uma ideia disto o papel higiênico foi inventado em 1857, o vaso sanitário mesmo inventado em 1596, somente começou a ser utilizado no século XIX, na Inglaterra e pelas classes altas, assim também eram os outros instrumentos de saneamento, que após a utilização, os detritos descartavam se em qualquer lugar.
E assim Angra cresceu, hoje o sistema de saneamento é quase que impossível de ser consertado, pois pela sua condição geográfica, pelas residências já existentes, os descartes são despejados e centenas de pontos, para podermos verificar isto basta que tenhamos corantes de diversa cores e sejam despejados em residências de diversos pontos da cidade, e iremos observar que cada cor estará saindo em ligares diferente.
Na Japuiba basta acompanhar o leito do rio e perceber as centenas de saídas clandestinas existentes, e nas galerias pluviais onde o esgoto é lançado sem pena nem dó, além de construções irregulares ao leito do rio.
Nossas ruas foram medidas para que charretes passassem, e depois adaptadas ao progresso da época, também sem dimensionar o futuro.
Mas até ai, onde arranjar um culpado, ou melhor, como arranjar um salvador?
A solução para a cidade começa com as construções verticais, dando mobilidade e minimizando espaços, tratando seu próprio esgoto, planejando coletas de lixo e minimizando consumo de energia.
Construindo novos bairros, não para abrigarem novos moradores, mas principalmente para remanejarem os antigos, e principalmente aqueles que habitam áreas de risco.
Temos que dar mais sustentabilidade aos bairros para que estes comecem a ter sua própria vida, cada dia mais a tecnologia nos dar suporte para que isto seja executado de forma menos centralizada.
É inadmissível que em pleno século XXI um morador da Japuiba tenha que se deslocar até o centro para pagar suas contas no banco, ou que problemas em secretarias municipais não possam ser resolvidos ou iniciados em postos avançados ligados por terminais eletrônicos.
Culpados para isto em Angra? Temos sim, e são todos os últimos administradores municipais, que fizeram de suas obras algo paliativo, e não planejando, deixando estas heranças tanto para seus sucessores de situação quanto para opositores. A ideia de resolver no momento e não de resolver o futuro, mesmo nas obras que poderiam ser planejadas criaram estes problemas, um exemplo: o conjunto habitacional do Brachuy, uma área abandonada, sem comércio, sem estrutura, sem segurança, sem escolas largadas a própria sorte.
Planejar passou a ser a prioridade, sem planejamento nada será resolvido em nossa cidade, temos um lixão e o mesmo já esgota sua capacidade, e ainda recebemos lixo de outras cidades, iniciaram um PROSANEAR, e nada resolvido, herança deixada e assim vamos.
Angra poderia ser uma das mais prósperas cidades do Brasil, e com certeza, a qual seria assolada por centenas e até quem sabe milhares de migrantes, que buscam as oportunidades Brasil a fora, e ai sofreríamos mais um baque social, deixando mais uma herança, como o que irá acontecer quando acaberem as obras de Angra 3 (Usina Nuclear).
Não há mais espaço físico em Angra, é mais do que importante a revitalização dos bairros, o colapso do centro parece até ser proposital, a fim de beneficiar uma classe, dona dos prédios do centro da cidade.
Competência gerencial é primordial em qualquer gestão, temos que ser mais efetivos e ativos, as ações de termos uma cidade em condições de abrigar corretamente nossos cidadãos , com todo os aparatos de qualidade de vida os quais são de direito nossos.
Já imaginaram uma epidemia em Angra, sabiam que isto pode acontecer? Ou alguém já viu as péssimas condições de higiene e segurança de nossa central de abastecimento da Banqueta?
Nossa saúde passa por um baque nunca visto igual, e não pensem que a inauguração do hospital será a salvação, enquanto não tivermos uma saúde de “prevenção” continuaremos entupindo os hospitais, sendo este mais um paliativo.
Na área de desenvolvimentos econômico ainda temos milhares de jovens sem uma chance de se profissionalizar, e nada é cobrado, continuando assim a sina de termos estampados no tabloides tragédias , onde na maioria composta por jovens e principalmente da área periférica .
Nossos jovens passam maior parte do tempo abandonados, e nada é comentado, nem mesmo na criação da ronda escolar, .
A solução para o transporte... coloque mais uma empresa para ver se não melhora?
Ainda assim é preciso gastar dinheiro com pesquisa.
Tá na hora de ter coragem de enfrentamento, tomar decisões mais sérias.
Do que adianta Usinas, Pré Sal e outras empresas, se não temos estrutura? Se não as exploramos de forma correta para transformamos estas oportunidades em estruturas ??
Vejam bem, esta não é uma critica , é a minha visão de nossa realidade, ou planejamos nosso futuro, ou vamos pagar caro por isto, se é que já não começamos a pagar?
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
ESTA MANIA DE PRIMEIRO ARRUMAR A CASA !!!
ARRUMAR A CASA ... SERÁ QUE UMA DONA DE CASA QUANDO COMEÇA A ARRUMAR UMA CASA ELA DEIXARIA DE FAZER O ALMOÇO, DEIXARIA CUIDAR DOS FILHOS...???
É IMPORTANTE SABER QUANTO AO PONTO DE PODER ADMINISTRAR, SE UMA EMPRESA PARAR DE PRODUZIR, DE VENDER ENQUANTO INTITULAMOS ARRUMARA CASA, QUEBRARIA DE VEZ.
O MUNDO MUDOU, É PERCEPTÍVEL QUE A FORMA ADMINISTRATIVA TAMBÉM, SEJA ONDE FOR, EMPRESA PÚBLICAS OU PRIVADAS, GOVERNANTES OU ADMINISTRADORES, GESTÃO É ACIMA DE TUDO FORMAR EQUIPE, MONTAR PROCESSOS COM METAS , CRONOGRAMAS E ACIMA DE TUDO ACOMPANHAMENTO.
O CONCEITO POSITIVO DE UMA ADMINISTRAÇÃO É ACIMA DE TUDO A ÉTICA E A RESPONSABILIDADE SOCIAL.
ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO COISAS DIFERENTES. ÉTICA DIZ RESPEITO A UM CONJUNTO DE DEVERES ABSOLUTOS, INCONDICIONAIS, COMO SÃO OS DEVERES DE RESPEITO E DE JUSTIÇA. JÁ A RESPONSABILIDADE SOCIAL REFERE-SE A UMA "OBRIGAÇÃO" RELATIVA, CONDICIONAL: EMPRESAS E ÓRGÃOS PÚBLICOS TEM O DEVER DE CONTRIBUIR PARA MINORAR OS MALES SOCIAIS SE, E SOMENTE SE, DISPUSER DE RECURSOS, PRINCIPALMENTE CAPACITADOS DE SABER ADMINISTRAR.
SEJA LÁ QUE ESFERA, TODA EMPRESA OU ÓRGÃO PÚBLICO DEVE SABER PROVER OS RECURSOS, MESMO QUE ESCASSOS PARA REMEDIAR AS CARÊNCIAS, PRIORIZANDO AS QUE MAIS CASTIGAM SEUS SETORES.
DESTA FORMA VAMOS MELHORAR NOSSO POSICIONAMENTO ORGANIZACIONAL, FINANCEIRO OU SOCIAL... MAS PARA ISTO NÃO BASTA TER SOMENTE NOME , OU FINGIR QUE SABE BRINCAR DE BANCO IMOBILIÁRIO OU SER DONO DO PODER, TEM QUE TER CAPACIDADE, E SE NÃO TIVER , QUE MONTE ASSIM UMA EQUIPE QUE SUPERE SUA CARÊNCIA.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
SE SOUBERMOS APROVEITAR ...
UMA EXCELENTE NOTÍCIA PARA ANGRA DOS REIS, TRATASSE DE UMA GRANDE OPORTUNIDADE PARA ANGRA EM TERMOS DE DESENVOLVIMENTO E PARA O TURISMO...É PRECISO QUE ESTEJAMOS DESDE DE JÁ FORMATANDO MODELOS DE INVESTIMENTOS A SEREM IMPLANTADOS NESTE LOCAL, TUDO EFETUADO DENTRO DOS CONTEXTOS AMBIENTAIS E CONTEMPLANDO UM PLANEJAMENTO DE MANUTENÇÃO E SUSTENTABILIDADE. E É PARA PENSAR MESMO, POIS NESTE LOCAL SE ENQUADRA MUITO BEM UMA ÁREA DE LAZER COMPOSTA POR UM AQUÁRIO MUNICIPAL , NOS MOLDES UBATUBA E UMA ÁREA DE PASSEIO , COM RESTAURANTE E LANCHONETES, PROVIDAS DE UMA INFRAESTRUTURA , IMAGINEM ... VAMOS TORCER PARA QUE HAJA MOVIMENTOS PERTINENTES A ESTAREM APROVEITANDO ESTA OPORTUNIDADE, ,MESMO QUE AINDA ESTEJAMOS A MERCE DE BRIGAS JUDICIAIS !!! União retoma posse de ilha e área da Praia do Anil, em Angra
Ter, 22 Out 2013 - por Igor Abreu
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Praia do Anil . Acolhendo dois pareceres do Ministério Público Federal (MPF), o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) julgou nula a venda da Ilha dos Coqueiros e do pátio da estação ferroviária de Angra dos Reis. A decisão do TRF2 atende à manifestação da Procuradoria Regional da República da 2ª Região (PRR2) sobre o processo aberto contra a União pela Grapiúna Investimentos e Empreendimentos, que teria comprado os terrenos e integra o consórcio gestor do aeroporto de Angra (processo 0000330-80.2009.4.02.5111). A sentença da 1ª Vara Federal em Angra dos Reis tinha atribuído o domínio útil dos bens à Grapiúna.
No parecer, o procurador regional da República Luís Cláudio Leivas cita 15 motivos pela nulidade da venda do pátio da extinta Rede Ferroviária Federal (RFFSA), como a ilegalidade da alienação de terrenos de marinha, o não oferecimento prévio do imóvel à Caixa (como prevê a Lei 6.987/1982 para o banco sucessor do BNH) e a interrupção da prescrição alegada pela Grapiúna. A ilha e o terreno, de cerca de dois hectares e com vegetação em recomposição, situam-se na Praia do Anil, constituindo as únicas áreas verdes do centro do município.
“A apropriação particular de bens destinados ao uso público se agrava pela favelização da cidade e por milhares de seus habitantes morarem em áreas de risco, sem alternativas para sua remoção para locais seguros”, diz o procurador regional Luís Cláudio Leivas. “Parece um enorme despropósito que, em plena valorização imobiliária, a RFFSA tenha alienado o pátio da estação por tão pouco.”
Segundo o procurador, essa disputa judicial é um exemplo concreto sobre a depredação pela qual passa o patrimônio imobiliário da extinta RFFSA, como denunciado numa ação direta de inconstitucionalidade (ADI nº 3871) e num acórdão do Tribunal de Constas da União (nº 1557-2004).
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
RUÍNAS ... É O QUE VAI SOBRAR !
SERIA POSSÍVEL UMA CIDADE COM POTENCIAL TÃO REPRESENTATIVO NO TURISMO ABANDONAR O SEU PATRIMÔNIO ???
TEMOS MUITO QUE APRENDER, TEMOS MUITO QUE TRABALHAR...
É MUITO TRISTE NOS DEPARARMOS COM UM PATRIMÔNIO HISTÓRICO , UMA PARTE DE NOSSA HISTÓRIA INDO POR ÁGUA ABAIXO.
ESTA É A IGREJA DA RIBEIRA, UM MONUMENTO COMO OUTROS EM NOSSA CIDADE QUE ESTÃO CAINDO EM RUÍNAS. É PRECISO QUE A BUSCA POR PARCERIAS SEJA UMA AÇÃO CONJUNTA ENTRE OS GOVERNOS DO MUNICÍPIO , DO ESTADO E FEDERAL.
REVITALIZAR NOSSA ROTA TURÍSTICA , É FUNDAMENTAL, AINDA MAIS SE QUISERMOS TER UMA INDÚSTRIA RENTÁVEL, E NO MUNDO ESTÁ MAIS DO QUE PROVADO, QUE A INDÚSTRIA DO TURISMO É BOLA DA VEZ !!!
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
CASO SÉRIO, CASO DE POLÍCIA !!!
Segurança pública , é um tema que causa aflição e aqui em Angra dos Reis, e aqui vamos pela contramão, a desativação dos DPO's de Jacuecanga, Monsuaba, Frade e Serra D'água deixam fragilizados bairros com características problemáticas, expondo a situação de descalabro a qual andamos.
A posição seria de termos novos DPO's e não de fechamento dos atuais. É preciso que as autoridades locais, sociedade e comércio se aliem e exijam segurança, DIREITO GARANTIDO NA CONSTITUIÇÃO .
A prefeitura de Angra deveria criar um grupo especial para o debate junto aos grupos comerciais e associações de moradores para que explicações fossem dadas pelo comando da PM, e um detalhamento sobre a situação fosse imediatamente apresentada a população, aliais uma cidade que chega ao posicionamento de 2ª maior em população do Sul Fluminense, e com os altos índices de criminalidade atuais, já deveria ter uma secretária ou sub de assuntos de segurança.
A busca por parcerias como estruturação , fornecimento de água e alimentação para os policiais destes DPO's poderiam facilitar a operacionalização... temos certeza que a comunidade e comércio estariam aptos a colaborarem, afinal parcerias são saudáveis.
domingo, 8 de setembro de 2013
Crescemos ...
Hoje somos a 2ª maior cidade em população do sul do estado... é importante que IDH acompanhe esta evolução.
Planejar neste momento é mais do que importante, saúde, educação , continuam sendo itens que criam polemicas , mais são fundamentais neste processo de crescimento populacional, e quando me refiro a saúde , incluo também o saneamento básico.
Outro detalhe é quanto ao desenvolvimento econômico, aquecer outros setores, como turismo, pesca e rever om conceito das pequenas e médias empresas , podem criar outras opções de sustentação. É a hora, o futuro é amanhã !!!
REVITALIZAÇÃO... NECESSÁRIA E URGENTE !!!
É mais do que urgente uma ação de reurbanização para a Grande Japuiba, principalmente na região central, onde está concentrado grande parte do comércio local.
É importante que o 2º maior Colégio Eleitoral de Angra dos Reis, também tenha a oportunidade de estar crescendo seu potencial econômico, a marginalização do bairro, o qual é tratado como uma espécie de Baixada Angrense, vem ao longo dos anos freando seu desenvolvimento.
Deve ser destacado que para que o bairro venha ter esta reurbanização,seja através de estudos, os quais devam ser efetuados, e apresentados a população local, para que seja discutido...É importante que o próprio bairro possa manter parte de sua população trabalhando nele mesmo, além de estar evitando uma sobrecarga urbana, é saudável no aspecto distribuição de renda.
Outros aspectos apontam a necessidade de um planejamento que possam prevenir futuros problemas, a "possibilidade" da inauguração do hospital da Japuiba, ampliação do Aeródromo , e o próprio aspecto comercial, obrigam a esta ação de planejamento.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
TODO GOVERNANTE TEM SUAS DUVIDAS: GOVERNO DE POLITICAS PÚBLICAS OU GOVERNO DE BOA VIZINHANÇA ?!?!?!
A DEPENDÊNCIA DE UM GOVERNO NÃO PODE ESTAR EM SUAS PARCERIAS COM O LEGISLATIVO, E SIM NA COMPETÊNCIA DO QUE SE APRESENTA EM PROL DO POVO... COLOCAR OS LEGISLADORES EM SAIA JUSTA, TALVEZ NÃO SEJA O MAIS INDICADO.
REVER OS PROJETOS E CRIAR UMA COMISSÃO DE ESTUDO JUNTO AO LEGISLATIVO TALVEZ SEJA O MAIS INDICADO... E É ESTA PEÇA QUE FALTA NO ATUAL GOVERNO, ALGUÉM COM ACESSO AO LEGISLATIVO QUE ENTENDA A FORMA DE AGIR DO ATUAL GRUPO DE VEREADORES CONDUTOR DO FEEDBACK , E REALIMENTAR OU DAR A RESPOSTA DAS SOLICITAÇÕES DE AMBOS OS LADOS.,
sexta-feira, 29 de março de 2013
Turismo com T maiúsculo !!!
O turismo tem que ser revitalizado em todas as extensões...vejam algumas oportunidades que temos para um city tour em Angra: Ruínas do Brachuy, Igrejas do Centro,Praias,Igrejinha do Bonfim,passeio de trem entre Angra e Rio Claro Casarão onde nasceu Raul Pompéia, cachoeiras da Caputera, rafing no rio Mambucaba,Colégio Naval, Vila Histórica de Mambucaba, Chafariz da Carioca, Monumento em homenagem aos mortos do Aquidabã e os Canhões do forte do leme (canhões da Ponta Leste). O turismo tem que ter uma visão macro e as oportunidades que podem ser geradas pelos turistas que aqui chegam para visitar a Ilha Grande, podem ser expandidas para o continente, mas para que isto aconteça, nós temos a obrigação de criar condições, e estruturas logísticas. A recuperação de estradas, uma melhor sinalização na s estradas, construções de restaurantes e lanchonetes ,acesso através de ônibus especialmente desenvolvidos para estes fins com visão panorâmicas e o principal que é o treinamento dos moradores destes locais para que eles recepcionem os turistas, e investimentos nos locais para aberturas de pequenas e médias empresas a tudo isto temos que planejar um calendário cultural e festivo, com divulgação mundial, são fundamentais para o sucesso do TURISMO em nossa cidade...
sexta-feira, 8 de março de 2013
DO BRASIL PARA O MUNDO..
RECEBI ESTE EMAIL HOJE, E ACHO QUE NÃO SEJA UM ASSUNTO PERTINENTE SOMENTE AO SETOR, MAS SIM A TODO POVO BRASILEIRO .
Assunto: Rumo ao pior ano da logística agrícola
Prioridade: Alta
Prezados(as) Senhores(as);
Sugerimos a leitura do artigo abaixo publicado por Marcos Sawaya Jank, é
especialista em Agronegócio e Bioenergia:
Rumo ao pior ano da logística agrícola
Este ano o Brasil está colhendo a maior safra da sua História. Serão 185
milhões de toneladas (MT) de grãos e oleaginosas, 11% mais do que na safra
anterior. Viramos o primeiro produtor (84 MT) e exportador (41 MT) mundial
de soja. Também tomamos dos americanos a posição de primeiro exportador
mundial de milho (25 MT, ante 23 MT dos EUA), um fato inédito e
surpreendente que decorre da terrível seca que atingiu aquele país em meados
do ano passado e provocou uma quebra de safra superior a 110 milhões de
toneladas de grãos.
Em recente evento de que participei nos EUA, a principal questão não era
saber a estimativa de quanto o Brasil vai produzir nesta safra, mas sim os
volumes de soja e milho que serão efetivamente escoados através de nossos
portos até o início da próxima safra americana. Ninguém mais tem dúvida de
que o Brasil consegue responder rapidamente na produção. Basta dizer que só
na soja ampliamos a área plantada em quase 3 milhões de hectares em apenas
um ano. A segunda safra de milho - erroneamente chamada de "safrinha" e
plantada após a colheita de soja no mesmo ano agrícola - superou a safra de
verão em mais de 6 MT nos dois últimos anos. Trata-se de uma notável
vantagem competitiva da agricultura tropical, que jamais vai ocorrer em
países de clima temperado.
Acontece que em apenas um ano aumentamos a nossa exportação "potencial" de
milho e soja em 18 milhões de toneladas, 36% mais do que na safra passada.
Vale notar que o grosso da expansão de soja e milho se dá nos Estados de
Mato Grosso, Goiás e Bahia, em áreas que se situam entre 1.000 e 2.300 km de
distância dos portos. Se somarmos ainda as exportações de 25 MT de açúcar e
a importação de 18 MT de matérias-primas para fertilizantes, não é de
espantar que este ano assistiremos, passivos e apavorados, à maior asfixia
na logística de granéis da nossa História!
Neste momento, as filas de navios para atracar nos Portos de Santos e de
Paranaguá estão duas a três vezes maiores do que há um ano. Na última
quinta-feira havia 82 navios esperando para carregar grãos no Porto de
Paranaguá, ante 31 nesta mesma época do ano passado. Em Santos havia 59
navios, ante 29 há um ano. O custo médio de demurrage de um navio parado
esperando carga é de US$ 30 mil por dia. Em seminário do Banco Itaú-BBA
realizado na semana passada, operadores relataram que para evitar 45 dias de
fila de espera em Paranaguá eles decidiram mandar os caminhões para o Porto
de Rio Grande, onde as filas duram menos de dez dias. Ou seja, depois de
rodar 2.300 km do norte de Mato Grosso até Paranaguá, a soja ainda tem de
rodar outros 1.100 km para pegar uma "fila mais rápida" no Rio Grande do
Sul. Uma verdadeira insanidade!
Para complicar ainda mais, a Lei 12.619, que restringe a jornada de trabalho
dos caminhoneiros e o tempo de condução dos veículos, teve o efeito prático
de "retirar" mais de 500 mil carretas das estradas. Os fretes de cargas já
subiram entre 25% e 50% este ano. Além disso, o processo de votação da
Medida Provisória n.º 595 - a chamada MP dos Portos, que propõe novas regras
para a modernização destes - tem produzido uma sucessão de greves em escala
nacional, que só tende a piorar com o avanço das negociações.
Essa situação calamitosa nos leva a pelo menos três reflexões importantes. A
primeira delas, e mais óbvia, é a necessidade urgente de votar os novos
marcos regulatórios que modernizariam a logística brasileira,
particularmente a MP dos Portos. Apesar da calamidade nas estradas, da
insuficiência histórica de ferrovias e hidrovias e da falta de armazéns
(nossa capacidade de armazenagem equivale a 72% da safra de soja e milho,
ante 133% nos EUA), o pior gargalo do País neste momento, de longe, são os
portos. É hora de vencer a reserva de mercado, a burocracia e o
corporativismo de um dos setores mais atrasados da economia brasileira.
A segunda é a necessidade urgente de viabilização sistêmica da nova
logística do Norte do País, traduzida no escoamento pelos Portos de
Itacoatiara (Rio Madeira), Santarém (Amazonas), Marabá (Tocantins),
Miritituba (Teles Pires/Tapajós) e Vila do Conde (confluência do Amazonas e
do Tocantins, no Pará), na conclusão da pavimentação das rodovias BR-163 e
BR-158 e das Ferrovias de Integração Norte-Sul (FNS), Centro-Oeste (Fico),
Oeste-Leste (Fiol) e Transnordestina. Basta dizer que 60% da produção de
grãos se concentra nos cerrados, que serão beneficiados pela nova logística,
mas só 14% dela é hoje escoada pelos portos do Norte e Nordeste. A
viabilização dos novos corredores permitiria exportarmos com navios
Capesize, que transportam 120 mil toneladas de grãos, o dobro da capacidade
dos navios Panamax, hoje utilizados. Com a futura passagem desses navios
pelo Canal do Panamá, em 2014, será possível reduzir em pelo menos 20% o
frete marítimo para a China, que já responde por 40% da nossa exportação de
grãos, além da redução potencial dos fretes terrestres, pelo uso de
ferrovias e hidrovias.
A terceira reflexão tem que ver com o longo prazo. Precisamos estudar qual
seria o melhor modelo de inserção do Brasil no agronegócio global do futuro.
Hoje estamos engargalados num sistema ineficiente de transporte de soja e
milho por caminhões, portos velhos e caros e navios pequenos. Milho e soja
servem basicamente para produzir ração para bovinos, suínos e aves, que vão
produzir a proteína animal consumida por países que estão do outro lado do
planeta.
Num momento em que vários países constroem políticas comerciais mais
agressivas - vide o anúncio do novo acordo EUA-União Europeia e a miríade de
acordos asiáticos -, não seria a hora de repensar as nossas cadeias de
suprimento, buscando explorar a combinação de maior eficiência e valor dos
grãos, carnes e lácteos que serão demandados no futuro?
Atenciosamente
assinatura
Marcelo Silva
Comercial
Assunto: Rumo ao pior ano da logística agrícola
Prioridade: Alta
Prezados(as) Senhores(as);
Sugerimos a leitura do artigo abaixo publicado por Marcos Sawaya Jank, é
especialista em Agronegócio e Bioenergia:
Rumo ao pior ano da logística agrícola
Este ano o Brasil está colhendo a maior safra da sua História. Serão 185
milhões de toneladas (MT) de grãos e oleaginosas, 11% mais do que na safra
anterior. Viramos o primeiro produtor (84 MT) e exportador (41 MT) mundial
de soja. Também tomamos dos americanos a posição de primeiro exportador
mundial de milho (25 MT, ante 23 MT dos EUA), um fato inédito e
surpreendente que decorre da terrível seca que atingiu aquele país em meados
do ano passado e provocou uma quebra de safra superior a 110 milhões de
toneladas de grãos.
Em recente evento de que participei nos EUA, a principal questão não era
saber a estimativa de quanto o Brasil vai produzir nesta safra, mas sim os
volumes de soja e milho que serão efetivamente escoados através de nossos
portos até o início da próxima safra americana. Ninguém mais tem dúvida de
que o Brasil consegue responder rapidamente na produção. Basta dizer que só
na soja ampliamos a área plantada em quase 3 milhões de hectares em apenas
um ano. A segunda safra de milho - erroneamente chamada de "safrinha" e
plantada após a colheita de soja no mesmo ano agrícola - superou a safra de
verão em mais de 6 MT nos dois últimos anos. Trata-se de uma notável
vantagem competitiva da agricultura tropical, que jamais vai ocorrer em
países de clima temperado.
Acontece que em apenas um ano aumentamos a nossa exportação "potencial" de
milho e soja em 18 milhões de toneladas, 36% mais do que na safra passada.
Vale notar que o grosso da expansão de soja e milho se dá nos Estados de
Mato Grosso, Goiás e Bahia, em áreas que se situam entre 1.000 e 2.300 km de
distância dos portos. Se somarmos ainda as exportações de 25 MT de açúcar e
a importação de 18 MT de matérias-primas para fertilizantes, não é de
espantar que este ano assistiremos, passivos e apavorados, à maior asfixia
na logística de granéis da nossa História!
Neste momento, as filas de navios para atracar nos Portos de Santos e de
Paranaguá estão duas a três vezes maiores do que há um ano. Na última
quinta-feira havia 82 navios esperando para carregar grãos no Porto de
Paranaguá, ante 31 nesta mesma época do ano passado. Em Santos havia 59
navios, ante 29 há um ano. O custo médio de demurrage de um navio parado
esperando carga é de US$ 30 mil por dia. Em seminário do Banco Itaú-BBA
realizado na semana passada, operadores relataram que para evitar 45 dias de
fila de espera em Paranaguá eles decidiram mandar os caminhões para o Porto
de Rio Grande, onde as filas duram menos de dez dias. Ou seja, depois de
rodar 2.300 km do norte de Mato Grosso até Paranaguá, a soja ainda tem de
rodar outros 1.100 km para pegar uma "fila mais rápida" no Rio Grande do
Sul. Uma verdadeira insanidade!
Para complicar ainda mais, a Lei 12.619, que restringe a jornada de trabalho
dos caminhoneiros e o tempo de condução dos veículos, teve o efeito prático
de "retirar" mais de 500 mil carretas das estradas. Os fretes de cargas já
subiram entre 25% e 50% este ano. Além disso, o processo de votação da
Medida Provisória n.º 595 - a chamada MP dos Portos, que propõe novas regras
para a modernização destes - tem produzido uma sucessão de greves em escala
nacional, que só tende a piorar com o avanço das negociações.
Essa situação calamitosa nos leva a pelo menos três reflexões importantes. A
primeira delas, e mais óbvia, é a necessidade urgente de votar os novos
marcos regulatórios que modernizariam a logística brasileira,
particularmente a MP dos Portos. Apesar da calamidade nas estradas, da
insuficiência histórica de ferrovias e hidrovias e da falta de armazéns
(nossa capacidade de armazenagem equivale a 72% da safra de soja e milho,
ante 133% nos EUA), o pior gargalo do País neste momento, de longe, são os
portos. É hora de vencer a reserva de mercado, a burocracia e o
corporativismo de um dos setores mais atrasados da economia brasileira.
A segunda é a necessidade urgente de viabilização sistêmica da nova
logística do Norte do País, traduzida no escoamento pelos Portos de
Itacoatiara (Rio Madeira), Santarém (Amazonas), Marabá (Tocantins),
Miritituba (Teles Pires/Tapajós) e Vila do Conde (confluência do Amazonas e
do Tocantins, no Pará), na conclusão da pavimentação das rodovias BR-163 e
BR-158 e das Ferrovias de Integração Norte-Sul (FNS), Centro-Oeste (Fico),
Oeste-Leste (Fiol) e Transnordestina. Basta dizer que 60% da produção de
grãos se concentra nos cerrados, que serão beneficiados pela nova logística,
mas só 14% dela é hoje escoada pelos portos do Norte e Nordeste. A
viabilização dos novos corredores permitiria exportarmos com navios
Capesize, que transportam 120 mil toneladas de grãos, o dobro da capacidade
dos navios Panamax, hoje utilizados. Com a futura passagem desses navios
pelo Canal do Panamá, em 2014, será possível reduzir em pelo menos 20% o
frete marítimo para a China, que já responde por 40% da nossa exportação de
grãos, além da redução potencial dos fretes terrestres, pelo uso de
ferrovias e hidrovias.
A terceira reflexão tem que ver com o longo prazo. Precisamos estudar qual
seria o melhor modelo de inserção do Brasil no agronegócio global do futuro.
Hoje estamos engargalados num sistema ineficiente de transporte de soja e
milho por caminhões, portos velhos e caros e navios pequenos. Milho e soja
servem basicamente para produzir ração para bovinos, suínos e aves, que vão
produzir a proteína animal consumida por países que estão do outro lado do
planeta.
Num momento em que vários países constroem políticas comerciais mais
agressivas - vide o anúncio do novo acordo EUA-União Europeia e a miríade de
acordos asiáticos -, não seria a hora de repensar as nossas cadeias de
suprimento, buscando explorar a combinação de maior eficiência e valor dos
grãos, carnes e lácteos que serão demandados no futuro?
Atenciosamente
assinatura
Marcelo Silva
Comercial
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
O CAMINHO DO CRESCIMENTO.
É impossível pensar o crescimento econômico de uma cidade sem levar em consideração a importância das micro e pequenas empresas. Elas geram empregos , investimentos que duram mais tempo, reduzem a dependência das grandes empresas empregadoras, fixam os jovens na comunidade e aumentam a arrecadação. Enfim, dinamizam a economia local. As micro empresas FORMAIS representam cerca de 90% do total de empresas no País, são responsáveis por mais de 50% da força de trabalho do setor privado empregada nas cidades e por aproximadamente 40% da massa salarial paga no Brasil.
Temos que considerar que é incontestável a relação entre os pequenos negócios e desenvolvimento municipal , é fundamental apoiar líderes e gestores na implementação de políticas que criem ambiente favorável a esses empreendimentos, promovendo uma sociedade mas justa , utilizando a oportunidade do empreendedorismo.
A criação de Workshop ,com secretária de Atividades e Fazenda itinerantes, oficinas e consultorias se criem projetos de desenvolvimento para cada bairro, fomentando sua vocação e estimulando o comércio, e pequenas empresas, direcionando assim a mão de obra.
São estas ações, com reconhecimento de poder público e empreendedores locais, desburocratizando os processos, que atestaram o compromisso de melhorias da realidade local.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Para mudar ...temos que aprender .
A capacidade de Mudança requer a capacidade de Aprender.
Mudar de Atitude é fácil. Difícil é Mudar de Comportamento mas, é este o esforço que deve ser feito
Reflexões:
Você Analiza e se preocupa com o Tamanho Real da sua empresa ?
Você Avalia os Espaços(Oportunidades de Negócios) ainda disponíveis no Mercado ?
Você Acompanha as Tendências de Consumo no Mercado ?
Você Identifica ações de seus Concorrentes ?
Você Escreveu suas Metas para este ano ?
Você Pensou como estará no próximo ano ? Você Evoluiu ou Regrediu nos últimos 12 meses ?
Você Dedica mais de 4 horas por semana para somente pensar em Plano do Negócio ?
Você Pensou em avaliar os Resultados Reais de sua Empresa ?
Sua empresa é um lugar Emocionante ?
Sua empresa pode ser considerada Inovadora e Atrativa ?
Quais os Recursos Sensoriais que você utiliza em seu ponto de Venda ? ( Gustativo, Olfativo, Tátil, Visual, Estético, Imaginativo... ?
Como você classifica o Atendimento Telefônico da sua empresa ?
Qual a estratégia que sua empresa utiliza no caso de Reclamações, Trocas, Sugestões de Clientes ? Até que ponto seus Funcionários solucionam os problemas de seus Clientes ? Em que limite de Autonomia ?
Tem que se ir além do que o Cliente quer.
Deve-se prometer menos e fazer mais o impacto é muito maior.
Cliente Hoje é o Verdadeiro Ativo.Precisamos mudar todas as Idéias de Atendimento ao Cliente.
Visão de Mercado: Quando atendemos Clientes temos dois únicos poderes – ou de cativá-los ou, de expulsá-los da loja !...
Quantos Novos Clientes você conquista por Semana ?
Sua Participação Comunitária tem possibilitado um Aumento de Credibilidade à sua Loja ?
Qual a minha Vantagem ou Diferença ? Já pensaram nisso ? E daqui a 2 anos ?!...
Não permita que o que você não pode fazer, interfira com aquilo que você pode fazer.
EVOLUÇÃO – por aquisição de conhecimentos ou por elevação do nível de consciência ?
TRABALHAR – para a vantagem de poucos ou para o bem comum ?
MOTIVAÇÃO – gerada por prêmios ou pela satisfação de ser útil ?
QUALIDADE DE VIDA – como objetivo pessoal ou como propósito coletivo ?
ESCOLHAS – determinadas pelo ego ou a partir do melhor em nós ?
A Realidade do nosso Mercado, do Acirramento da Competitividade gradativo / progressivo / concentrado, não está unicamente na Relação de Compras mas, na Profissionalização da Operação.
Se a situação modificou, dê um jeito de Mudar...
Não basta ser melhor operacional, é necessário ser Diferente, com dificuldades para ser copiado pelo concorrente.. Precisamos de Vantagem Competitiva Sustentável ou, até mesmo Temporária.
Algumas empresas terão que reinventar seus negócios, e outras nem pensaram em aprender ...
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Mudança do incômodo ou, incomoda Mudar ?!.
..
Como diz o velho ditado, em gestão nada é tão constante(ou deveria ser...) quanto as mudanças. Estas podem acontecer pelas mais diversas razões, desde a cultura de aperfeiçoamento tecnológico e ou administrativo da empresa, até a tentativa de copiar um modelo vencedor.
Quando vemos uma organização inovadora e bem sucedida, temos a impressão de que foram os novos produtos/os novos serviços e as novas tecnologias que a levaram às mudanças. Na verdade, foram as mudanças que a levaram a esse desenvolvimento. Há uma tendência nessas organizações dos processos precederem o produto ou serviço. Desenvolve-se uma técnica, um fluxo de procedimentos ou tecnologia e, como resultado, surgem os efeitos da qualidade da venda, dos produtos ou, dos serviços. O domínio de uma matéria, nesse caso, cria um incômodo pela necessidade de aplicação, visto que o equilíbrio encontra-se com o seu uso. A mente ou organização, incansável, busca entender e desenvolver o estudo sobre uma questão, quando bem sucedida agita-se para ver o resultado da aplicação.
Ajustes de procedimentos e processos fazem-se no caminho, uma vez que a base esteja/está firmada. O esforço é para mudar o incômodo, da descoberta à aplicação final, e ter a satisfação do trabalho concluído. Lógico, até a próxima descoberta, de nova necessidade de mudança...
Na outra ponta, temos as empresas que procuram acompanhar as inovações para poderem concorrer no mercado em pé de igualdade, mas que não têm a mesma cultura criativa. O fato de mudanças serem necessárias cria uma situação incômoda. Nesse caso, a empresa parte do produto ou serviço a copiar para mudanças de processo e, finalmente, de procedimentos e comportamentos. Em muitos casos, o impacto é considerável, e o incômodo gerado é de difícil assimilação, levando a empresa a fracassar no projeto. Agindo na contramão, a mudança provoca incômodo e, como a tendência é de buscar acomodação, muitas tarefas acabam sendo executadas de forma inadequada.
Isso me faz lembrar o projeto de crescimento de uma organização, com constante necessidade de atualização tecnológica e às mudanças / exigências do segmento do mercado, onde um dos empresários sempre nos perguntava:"Quando vou ter um pouco de sossego, parar de investir, comprar máquinas e então poder desfrutar mais da vida ?". O segmento em constante mudança gerava um tremendo incômodo para esse empreendedor, ao passo que para outros era uma necessidade básica e, tinha efeito motivacional.
Os fabricantes de mídia para gravação de dados na área de computação se deparam com novidades a cada dia. O fabricante de pregos vai encontrar algumas novidades em processo e material, e o fabricante de galochas praticamente nenhuma...
O título deste texto não é apenas um jogo de palavras, pois o entendimento do que provoca a maior insatisfação e não satisfação é que determina o sucesso ou o fracasso de um projeto. Lembrem-se: de modo geral, as pessoas não desistem dos projetos, depois de tê-los concluído, por não gostarem. Desistem no caminho...Por essa razão, um volume significativo de empresas não consegue levar em frente um projeto de organização ou de reorganização. Muitas iniciam, mas dado os incômodos gerados, desistem...Outras avançam no processo, mas assim que o mentor, o incentivador ou a consultoria deixa a empresa, tentam voltar a se acomodar na situação em que viviam. Renovar ou Morrer, eis o grande dilema / o grande desafio das empresas que desejam desenvolver seus negócios...
A expectativa de termos sido úteis, de alguma forma, compartilhando nossas sensibilidades, é extremamente gratificante...
sábado, 9 de fevereiro de 2013
SAÚDE ...UM JOGO ONDE O PRÊMIO É A VIDA !!!
Em Janeiro , questionei: Mas o fato mesmo, que me desperta cobiça é: Porque não entregamos a gestão do novo hospital da Japuiba a Fundação de Saúde da Eletronuclear?
Muitos me questionam o porquê de eu estar colocando a saúde de Angra na conta da Eletronuclear???
Oras, é simples...É o mínimo que se pode ter de contrapartida de uma instituição que nos expõe a um risco eminente. Imaginem se hoje acontecesse um acidente com uma mínima proporção, onde precisássemos de atendimento para 100 vítimas, onde alocaríamos estas pessoas ??? Debaixo de marquises, nas escolas ...?
Desta forma, pela precariedade das rodovias, pelo tamanho do empreendimento e principalmente por questões de sobrevidas em caso de acidente, o hospital da Japuiba deveria ser uma tríplice solução para Angra, Paraty e Rio Claro.
Podemos ser referência em saúde, uma Fundação de sucesso deve realmente ser gerida de forma muito próxima a gestões empresariais, com metas e cobranças de resultados, o questionamento maior é ...saberiam lidar com o lucro obtido , ou alguém duvida que uma saúde bem gerida não possa dar lucro. ____________________________Não podemos imaginar que estamos em outra cidade quando chegamos a Hospital de Praia Brava, é importante que com o retorno do Hospital da Japuiba para o município, solicitemos como um'VERDADEIRA CONTRA PARTIDA" a entidade nuclear a qual expõe a riscos de acidentes, nós cidadãos de Angra dos Reis , ou seja, que a ELETRONUCLEAR administre através da Fundação de Saúde FEAM ,o Hospital da Japuiba.
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